Eu, robô?


Há alguns dias a Boston Dynamics divulgou esse vídeo fantástico, onde seus robôs Atlas, o robô canino Spot e o estranhíssimo Handle dançam ao som da música "Do You Love Me" da banda The Contours. É impossível assistir à performance e não terminar com um sorriso nos lábios.


O único problema do vídeo foi constatar que os robôs dançam muito melhor do que eu. (Não que isso seja uma proeza).


Mais do que uma demonstração do que os robôs são capazes, o que mais impressiona é a velocidade com que estão se desenvolvendo. Não faz muito tempo que ficávamos boquiabertos com vídeos do mesmo Atlas pegando caixas de papelão do chão e andando por uma sala.


E esse é só o começo.


Recentes avanços nas áreas de Inteligência Artificial e Robótica indicam que, mais cedo ou mais tarde, todas as atividades humanas têm o potencial de serem replicadas - e até superadas - por nossas criações.


Mas será que precisamos de robôs que dancem melhor, que escrevam melhor ou façam músicas mais contagiantes do que seus equivalentes de carne e osso ou será que os nossos esforços deveriam se concentrar em torná-los mais aptos a realizar as tarefas repetitivas, perigosas ou complexas demais, nos libertando para que nossa humanidade se expresse cada vez mais?


Será que quem vai dançar somos nós?

Comentários

  1. Não Acredito!!!!.... Mas, a medida que evoluímos como espécime.... Há, necessidade de políticas de reprodução Humana!!!!....
    Liberação do Aborto!!!!.... Métodos Anticoncepcionais!!!... Dentre outras...
    Atividades, antes praticadas por Humanos, com risco de morte, darão lugar a outras mais especializadas...
    Evolução é uma realidade que não há como interromper.

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  2. Estamos perto do ponto da singularidade, onde a tecnologia muda o ordem das coisas:
    1.: A capacidade cognitiva artificial integrada será maior que a soma das humanas.
    2.: Os robos criados pelos homens poderão fabricar robos cada vez melhores.

    Com estas duas transições superadas e isto se multiplicando em PG na velocidade da eletronica digital, onde estes robos poderão desenvolver novas dimensões de nanoeletronica, que serão uma nova dimensão de microorganismos roboticos ligados a esta inteligência integrada podendo atuar desde polinização, destruição de micro organismos prejudiciais, e possivelmente poderão criar suas próprias regras e propósitos de evolução cognitivos em uma dimensão que extrapole o conheimento humano disponível e venham a explicar em detalhes a origem do universo, o dominio das tecnlogias intra nucleares, e outras que nem imaginamos, ao usar o homem como objeto de estudo. Eles vão nos conhecer melhor que nós mesmos.

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